Iyengar Yoga: A trajetória na prática!!!

6 Ago

Iniciei no caminho do yoga em torno de 2006 ou 2007, ainda no início do Curso de Educação Física na UFSC. Nessa época participava do projeto Práticas Corporais coordenado pela professora Cris Ker, e assim podia praticar as modalidades ofertadas no projeto. Identifiquei-me especialmente com as aulas do Maurício e da Carlinha, baseadas no método Iyengar, e assim meu caminho iniciou no chão das salas do Centro de Desportos.

Em um desses dias bem especiais na faculdade, encontrei no mural do CDS, a divulgação de um aulão no Rio Vermelho e logo conectei as coisas e soube que era onde Maurício e Carlinha estudavam e praticavam yoga. Fui até lá num sábado de manhã e conheci um pouco mais do método Iyengar Yoga com o professor Pedro Pessoa. Esse foi o início da história, de uma querida história com esses amados professores. Atualmente sigo os estudos com o Pedro e a Cami. Devo a esses professores os alicerces da minha prática e com muito carinho sigo esses passos.

Então de 2006 a 2011 segui as práticas regulares e fui descobrindo aos poucos, prática a prática, dia a dia, um universo interno não antes descoberto. Em cada ponto aberto do ásana era uma grande alegria. As práticas de Iyengar Yoga era uma imensidão de esforço e trabalho. Ao mesmo tempo que sentia muita dor nos alongamentos, sentia um profundo relaxamento no final. E, enquanto não via um caminho claro na Educação Física, sentia que o yoga faria parte de toda a minha vida. Nessa vontade, ingressei em 2011 na formação para professores.

Em 2015 conquistei a certificação no método Iyengar Yoga e tornei-me professora, tendo a autorização para ministrar aulas. Pois, então, estamos em 2017 e hoje posso dizer que algo aconteceu, algo bem pequeno, pois sou jovem e uma professora diríamos “iniciante”. Mas mesmo que pequeno, preciso honrar o trajeto percorrido não é não? Hoje olho para esse caminho e sinto no meu coração uma imensa alegria por fazer parte dessa história, agradeço por existir no meu coração essa vontade de ir a frente e me tornar uma pessoa cada vez melhor.

E agora cheguei no primeiro ponto do texto onde queria. O que significa tornar-se alguém melhor? Nessa descoberta da prática, a gente abre o corpo, a gente abre espaço, conquista a si próprio, aprende a ter mais foco, e mais foco pra acertar onde queremos. Aprendemos a fazer ásanas, a fazer ações. Emagrecemos (isso é verdade), a pele fica melhor (por que a minha era cheia de espinhas, hahahaha). E pra quê tudo isso? Para fazer mais ações? Não! Para fazer melhores ações na vida. Para ficar bonito? Não! Para aprender a ver o bonito e belo em tudo e em todos. Para ser professor? Não! Para ser professor e condutor de minha própria vida.

Aqui chego no segundo ponto importante desse texto. O que é  “ser condutor de minha própria vida”? Conectar a força do yoga. Não para satisfazer as expectativas externas, mas para corresponder as próprias expectativas, que minha alma tem de mim mesma nessa Terra, permitindo assim que eu cumpra com minha missão e tenha uma linda vida.

Não importa a graduação, o nível em que me encontro, nem meus professores e se estou colada neles. O mais importante de fato é o quanto esse amor e vontade genuína estão presentes na minha prática. O quanto eu me esforço pra construir a ponte da minha alma com o meu humano, para que sejamos professores de nós mesmos.

O Xamanismo tem me ensinado que para conseguir isso não há outra maneira senão honrando nossos antepassados, orando por eles, olhando para nossas histórias e superando traumas. É necessário olhar para o corpo como esse campo onde é registrado toda nossa história. Portanto, quando mechemos nas energias e abrimos espaços no corpo por meio dos ásanas, estamos mexendo no nosso passado, estamos mexendo com essas histórias que vem atras de nós. Nossa consciência plena e limpa no ásana, depende do quanto olhamos para esse passado e honramos ele, do quanto olhamos para nosso pai e nossa mãe e agradecemos pela vida nesse corpo.

Claro, considero e muito a presença de meus professores e do olhar deles sobre minha prática, mas venhamos e convenhamos o importante meeeeeeesmo é o que faço depois com tudo que recebi e pratiquei. E mais importante ainda pra mim é entrar para o tapetinho com a consciência limpa e com respeito ao que veio antes de mim, aos nossos pais, avós, etc. Estar tranquilo, com o coração em paz em primeiro lugar.

Minha mensagem final de hoje é que possamos olhar e honrar o passado e abrir nossos corações para esse futuro próspero da comunidade Iyengar Yoga no Brasil e no mundo. Que seja um canal de cura para todos que se sintam chamados. Gente! Amor! Paz! Paz! Paz!!!!! Que a luz de Guruji brilhe e irradie em nossos pensamentos e práticas diárias!

Namastê!!!!!!!!

 

 

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Coletores Menstruais: Conforto, empoderamento e sustentabilidade

16 Jun

Faz pouco mais de um ano e meio que utilizo os coletores e com toda a certeza foi um marco na minha feminilidade e na minha consciência com o próprio corpo.

O tempo de ciclo que antes durava 5 dias com um pouco de cólica e desconforto por conta de absorventes e vazamentos, hoje se reduziu há 4 dias com muito menos desconforto, com mais propriedade corporal e ainda com a surpresa de ver plantinhas bem nutridas por conta do sangue forte de nutrientes e ferro.

Com toda a alegria anuncio que estou vendendo coletores da empresa Korui,  e quem tiver interesse entrar em contato no privado pelo e mail: suelen.yoga@gmail.com ou pelo wats: 48-99623-3500

Seguimos felizes na busca por uma sociedade mais saudável e feliz!!!!!!!!!!!

 

 

Ginástica Laboral e o Yoga

6 Jun

Bom, para compartilhar um pouco da minha trajetória profissional devo destacar a Ginástica Laboral e o Yoga.

Somados, foram quatro anos de atuação na Ginástica Laboral em diversas empresas de Florianópolis. Início de 2006 (terceira fase da graduação) entrei como estagiária no Sesi – SC, Setor de Ginástica para empresa, e lá se foram seis meses aplicando alongamentos diários aos funcionários da Brasil Telecom do Bairro Itacorubi. Naquela época com meus 20 anos já gostava de ter a atenção dos alunos para seu próprio corpo, conhecer suas dores e observar como os alongamentos contribuíam para o bem estar deles. Atendia grupos com aulas de 10 minutos cada um, 3 a 4 horas de aulas e no final do dia 40, 50 pessoas atendidas com uma simples aula de alongamento que fazia muita diferença na vida delas.

Trocou a empresa prestadora do serviço mas não a funcionária, o Sesi saiu e eu permaneci numa outra empresa (LaboraRH) por mais um ano e meio dentro da Brasil Telecom, na mesma prática de alongamentos diários.

Saí da Brasil Telecom final de 2007, e depois de passar por outros projetos da UFSC, retornei  para o Projeto de Práticas Corporais, com aulas de alongamento em 2009/1 e com aulas de yoga em 2009/2 . Nesse momento já era praticante de iyengar e procurava conduzir as aulas com base nos aprendizados adquiridos no método.

Depois de novamente passar por outras áreas da Educação Física, enfim que retornei para a Ginástica Laboral, em maio de 2010 com a empresa GPA e por um ano ministrei aulas dentro do COA (Correios e Telégrafos na BR-101). Mantive-me um tempo afastada (passei pela Intelbrás, Orion e vários bairros da cidade), e novamente mais um ano nos correios, tendo saído apenas por encerramento de contrato da prestadora de serviços GPA e os correios.

Esse último ano nos correios foi quando estava mais assídua na prática de iyengar e visualizava ir em busca da certificação. Foi ao término do contrato que decide: Quero ser professora de Iyengar Yoga. Mas sabem não era uma decisão ao acaso, desde 2007 já praticava e em 2013 retornei definitivamente para a formação de professores, em 2015 conquistei a certificação. Um sonho profissional, sobretudo, espiritual. Havia encontrado um método, um trabalho e por que não dizer um fio condutor que ligava meu primeiro estágio ao meu desenvolvimento em todos os sentidos.

Além de ministrar aulas hoje (de forma humilde e disciplinada), quero honrar e firmar o caminho percorrido de forma mais atrevida. Nesse sentido, tornei-me MEI e escrevi um projeto de Yoga Laboral, com a idéia de adaptar o método Iyengar Yoga ao ambiente corporativo, para que colaboradores e empresários exercitem o corpo e desenvolvam a consciência sem precisar se deslocar de seus locais de trabalho.

Com este método os objetivos a serem alcançados são claros, pois trabalha de forma terapêutica, aliviando dores e desconfortos, quem sabe também curando algumas enfermidades. Atua fortemente sobre a coluna, alonga profundamente as pernas, tronco e os braços. Melhora concentração… São inúmeros os benefícios…

Dessa forma, sonho em ver pessoas trabalhando felizes sem dores, com corpo saudável e mente sã… Vamos nessa, praticar??? e trabalhar claro!!!! Por que a prática também é trabalho!!!!!

bjs

Namastê

Das estruturas domiciliares às estruturas presidenciais: O que não está firme vai ruir.

19 Maio

Nossas estruturas estão se balançando, ou seja, dos lares à presidência, o que não serve mais, vai ruir. É necessário um grande passo atrás com nossos pensamentos, nossos sentimentos e nossa consciência, para aprender a ver o que está acontecendo, desde o âmbito material ao âmbito invisível. O que não estiver bem estruturado me parece que vai ruir. Precisamos, assim, estar atentos ainda mais com as escolhas, decisões que fazemos todos os dias. E esse pensamento resultou de várias acntecimentos…

Primeiramente, no mês de abril recebemos por meio da ABIY (Associação Brasileira de Iyengar Yoga) uma carta escrita e enviada por Geeta e Prashanti (filhos de BKS Iyengar). Nela foi falado sobre os princípios do método, os caminhos indicados para o desenvolvimento saudável do método, dos professores e dos praticantes, dentre muitas outras coisas. Um grande exemplo, de estrutura clara, sólida, e comprometida com as próximas gerações. Percebi que só é possível traçar esses caminhos sólidos e claros, quando a liderança está clara e sólida. Esta segurança interna em quem está a frente é fundamental para que tenhamos segurança no caminhar.

Essa segurança também é transferida para os filhos e as crianças. Penso: O quanto estamos seguros e firmes em nossas escolhas para que nossos filhos possam caminhar e crescer em segurança e harmonia? De nada adianta, presentes caros, tecnologia, brinquedos de última geração, uma babá que custa 5 mil por mês, a escola mais cara, brinquedos waldorf, se os pais e adultos em torno dela não estiverem em paz e tranquilos, confiantes na vida. Firmes no seu próprio propósito que vai além de pagar contas, trabalhar e dormir.

Percebo isso na prática quando, na minha imperfeição fico na duvida de algo, o meu filho sente. E quando tenho certeza do que estou fazendo, ele fica tranquilo e em paz.

Estou tentando expressar essa segurança que vem de nosso próprio eu, uma consciência que emerge do “estou aqui e agora” seguro em mim. Por outro lado, podemos pensar na segurança do espaço físico e das coisas. Steiner (codificador da Antroposofia e Pedagogia Waldorf) fala sobre oferecermos às crianças espaços seguros para que ela se movimente livremente (consta sem um monte de nãos e de intervenções dos adultos), ou seja, um espaço onde ela pode explorar de forma segura. Considero que aquela segurança do adulto e essa segurança do espaço caminham juntas para desenvolver seres humanos livres e felizes.

Essa segurança interna do adulto conectada a segurança externa do espaço resulta numa estrutura clara e sólida do que pode, do que não pode, quais são os valores e limites de um determinado lugar. Isso para mim, é ponto fundamental de uma vida adulta equilibrada.

Sinto que essa firmeza e segurança que falo é a mesma firmeza e segurança que esperaríamos de nossos lideres políticos, proporcionalmente a sua responsabilidade. De nada adianta esperar determinadas atitudes deles, se nós não revermos nossa forma de encarar a vida e o trabalho diário. As consequências são proporcionais as responsabilidades assumidas e se eles estão lá é por que nos representam. Se está tão dificil encontrar um líder nesse país, quais são nossos líderes diários? Existe alguém na qual confio minhas dificuldades? E até que ponto dou conta de minha vida?

Claro, que exitem ao meu ver, personalidades que se destacam no quesito criatividade e vão além das estruturas existentes. Conheço em minha rede uma pessoa nessa condição, a grande mestra de xamanismo Pedra Rosa, que vai além de suas próprias estruturas. Mas que conseguiu ir além depois da longa trajetória dentro do Caminho Vermelho e não dum dia para o outro (peço licença Pedra pra falar dessa maneira, foi apenas a minha visão)… Foi a partir das estruturas vividas que consegue hoje recriar… (que minhas palavras tragam o carinho e humildade que tenho por esses professores)

Bom, para encerrar, ficam essas perguntas e meu desabafo de refletirmos profundamente dentro de nós mesmos: Qual nossa estrutura base? No que eu acredito? Quais meus valores? Quais meus mestres? Estou suficientemente pronto para exercer a firmeza que espero de meus irmãos?

Aha, Namastê, Metaquiase

Suélen

 

Panambi – Casa de cultura e bem estar no Bairro Santa Mônica

15 Maio

Venho hoje para divulgar a casa onde estou ministrando as práticas de iyengar yoga. Localiza-se na R. Capitão Amaro Seixas Ribeiro, nº 321, Bairro Santa Mônica em Florianópolis.

Dias: Segundas e Quartas as 10:30

Quartas e Sextas as 19:30

Aulas particulares no período da manhã.

Contato: 48- 99623-3500

suelen.yoga@gmail.com

Consciência Interacional – Os passos de um caminhante

10 Maio

Nos dias 26 e 27 abril estivemos reunidos para práticas e estudos conduzidos pela professora de Xamanismo Pedra Rosa. A busca por esse trabalho se dá por algo bem simples, porém muito difícil pra mim: As dificuldades que encontro na realização das atividades diárias, na relação com as pessoas, nos pensamentos e confusões mentais. Por fim, no enfrentamento comigo mesma no silêncio, no silêncio que não encontro…

Surge uma alegria genuína ao pensar nesses dois primeiros dias de curso e nos profundos benefícios que já surtiram em meu coração. Ainda tá loooooonge do que almejo,  mas sinto que estou no caminho certo, ou no caminho certo para mim, rsrsr…

Na sexta, dia 26 colocamos nosso nome em um papel acompanhado de um objeto no centro da roda.

Em seguida, fizemos uma dinâmica em duplas. Tivemos dois minutos para nos apresentar e dois minutos para ouvir a apresentação do outro. Em seguida apresentamos o colega em primeira pessoa para o grande grupo, ou seja, apresentei-me como se fosse ele mesmo. Isso me exercitou profundamente o olhar ao outro, como eu vejo o outro, e ainda mais, como me vejo no outro.

No terceiro momento nos conglomeramos no centro do espaço, formando círculos por dentro de círculos, em pé, próximos um do outro, respirando num único pulsar. Quando dei conta, a Pedra estava tirando um a um para ser enrolado em um lençol, e deitado, na posição fetal. Todos estavam deitados em seus próprios espaços, quando começou o tambor ser tocado, duas músicas cantadas, e… e???

Aí que eu queria chegar, no início eu estava surpreendentemente feliz, no aconchego e no calor do lençol (pensei: Ah, agora vou descansar um pouquinho). Não durou muito até dar uma agonia, um sufoco, vontade de levantar e respirar. Nesse momento fortemente uma luz no pensamento disse, calma, respira, entra em contato com teu coração, veja, nada está te acontecendo de mal, é só parar e observar teu coração, respira, calma… E assim foi, cerca de 20 minutos mais ou menos. Uma verdadeira meditação. Foi uma grande lição, calma, respira, observa teu coração. Esteja contigo, Nada vai te acontecer… E nada aconteceu, além de observar o eu frente a frente.

Portanto, nesse primeiro dia, ficou forte a experiência do eu e o outro, diferenciá-los e enxergá-los, cada qual em seu lugar correto e em seu espaço sagrado.

Fomos então para o sábado. Foi um mar de sensações, pois experienciamos os sentidos físicos: Audição; Tato; Olfato; Paladar; Visão. Ainda tivemos, leituras, relatos, trocas de experiências, embasamento teórico prático da Pedra… Assistimos um vídeo: A Matriz viva (link no final do artigo) e trocamos muitas e muitas informações. Dois autores ilustraram bem esse momento: Deepak Chopra e António Damásio.

Depois desse encontro, uma sensação de estar trilhando a coisa certa, com as pessoas certas, no lugar certo, uma confiança na vida e pela vida. Uma confiança na preservação da vida e na aceitação da vida.

Retornei para casa, assim, dessa maneira. E descobri ainda mais que a verdadeira casa para onde devo retornar é para dentro do próprio coração, do próprio corpo. A verdadeira casa e o verdadeiro lar estão mais próximos do que pensamos, bem aqui, bem aí, dentro do peito!!!

Paripurna Navasana e Ardha Navasana (posturas do barco)

8 Maio

DSC_6004Uma das posturas mais difíceis pra mim. Hoje mesmo perguntei-me firmemente: Qual o critério do mestre Iyengar para dar um nível 2 a esse ásana dificííííííílimo. É preciso estudar mais para descobrir. A questão é que as pernas precisam estar em plena harmonia com o tronco, onde a força de ambos se equilibra no apoio sobre as nádegas, mais especialmente nos ísquios frontais.

Na foto utilizei a parede como apoio nos pés, isso auxilia o trabalho e treino na postura, assim como a faixa entre os pés e o tórax posterior. Nesse asana os props são muito úteis. E para vocês como é o treino nessa postura? Conseguem fazer? Algumas dicas para quem ainda não aprendeu???

Paripurna Navasana (Postura do barco com remos) Nível *2

A exemplo da foto, onde as pernas mantem-se estendidas e unidas entre os braços também estendidos e paralelos ao chão.

COMO ENTRAMOS NA POSTURA?

  • Sente-se em Dandasana
  • Tronco reclina ligeiramente para trás. Pernas elevam-se estendidas
  • Ísquios frontais apoiados no chão e coluna para longe do chão
  • Pés mais altos do que a cabeça
  • Mãos saem do chão e braços estendidos mantem-se ao lado das coxas e paralelos ao chão. Palmas das mãos voltadas de frente uma para a outra

COMO TRABALHAMOS NA POSTURA?

  • Pernas firmes e estendidas
  • Coluna para longe do chão
  • Braços firmes

COMO SAIMOS DA POSTURA?

  • Expire, desça as mãos e apoie no chão
  • Pernas descem e retorne para Dandasana. Relaxe.

QUAIS SEUS BENEFÍCIOS?

***Excelente para abdomen que possue gases e para quem tem queixas gástricas. Reduz gordura em torno da cintura. Tonifica os rins e é bom para os intestinos

Ardha Navasana (Postura do barco) Nível *2

COMO ENTRAMOS NA POSTURA?

  • Sente-se em Dandasana
  • Dedos são entrelaçados atrás da cabeça, logo acima do pescoço
  • Expire e recline o tronco para trás e ao mesmo tempo as pernas estendidas sobem do chão
  • Equilíbrio repousa nos glúteos e coluna não toca o chão
  • Abdomen contraído

COMO TRABALHAMOS NA POSTURA?

  • Pernas estendidas e firmes
  • Abdomen contraído
  • Topo da cabeça alinhados com os dedos dos pés

COMO SAIMOS DA POSTURA

  • Tronco sobe e pernas descem
  • Mãos descem e retorne para Dandasana
  • Relaxe

QUAIS OS BENEFÍCIOS DA POSTURA?

***Nesse asana trabalhamos mais com o fígado, visícula biliar e baço do que com os intestinos. Este asana junto das torções laterais da coluna ajudam a fortalecer as costas